As mulheres jogam e assumem menos riscos que os homens? Não aposte nisso, diz a pesquisadora. (EN)

  • A study of 24 previous studies suggests that while there are gender differences, they have been over-exaggerated
  • Fear that misconception of studies could become real-world stereotypes

  • Many research studies have suggested that men are more willing to take risks than women – but one researcher is saying ‘not so fast’.

Julie Nelson, from the University of Massachusetts-Boston, said differences between the genders have been over-exaggerated by previous studies, and ignored strong overlap in decisions between men and women.

Her paper, ‘Are Women Really More Risk-Averse Than Men?’, published this week, looked at previous studies which looked into how genders acted in gambling situations.

Nelson, the chairman of the economics department, said: “My paper goes over the literature and says “not so fast”.’

‘The paper finds a lot of the economics and finance research in behavioral differences between men and women is vastly exaggerated.’

Nelson, along with a research assistant, analysed 24 articles which mainly concentrated on gambling habits – with most papers concluding that women are less willing to gamble.

Nelson did see small differences in the averages of the two genders in how much risk they are willing to take – but the conclusions seemed to maximise these differences

She said: ‘Academic articles hide that there is a lot of overlap between men and women.’

She also pointed out that much of the research was based on artificial set-ups, such as by asking participants to play lottery-style games in research facilities.

She said: ‘That’s easy to do with a bunch of undergraduates in a psych lab.’

According to ABC News, at least one researcher, after reading Nelson’s work, acknowledged that he may have over-stated the ‘robustness’ of previous findings.

Swedish scholar Kimmo Eriksson, in a 2010 paper called ‘Emotional reactions to losing explain gender differences in entering a risky lottery’ acknowledged that he had oversimplified previous research.

He said that previous studies showed that ‘females’ lower risk preferences and less risky behavior is robust across a variety of contexts.’

But the previous research studies he quoted had only seen a 60/40 majority of studies suggesting that women gambled more – the ‘sizable minority’ of 40 per cent showed either a negative or close to zero correlation.

In a blog, he wrote, in translation: ‘Julie Nelson is of course right that robustness was too strong a word.’

Julie warned that stereotypes based on gender and risk-aversion – particularly when perpetrated in studies – could lead to greater cultural bias in the workplace and society.

She added that society’s generalisations could impact on people’s decisions – for instance a cultural perception around gender-based gambling could influence someone more than an actual biological difference.

She even speculated: ‘Could the financial crisis that began in 2008 be attributed, at least in part, to issues of sex and gender?’

‘In the wake of the crisis, several commentators asked whether women leaders would have prevented it, or whether it would have happened “if Lehman Brothers had been Lehman Sisters”.

‘The evidence reviewed in this essay suggests, however, that the biological sex of the financial decision-makers or regulators is likely not the most important factor.’

Fonte:  Daily Mail

                                                                                                                         

OBSERVATÓRIO

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JOGO EXCESSIVO

Em boa hora enviámos para a Comissão Europeia o entendimento  que norteia o nosso trabalho desde 2004

  Entendemos que  devem  ser elaborados  estudos em  prestigiadas  universidades, em  cooperação com operadores e reguladores, recorrendo às bases de registos dos jogos na internet para estudar com precisão os comportamentos e os hábitos dos jogadores. Os resultados destes estudos podem proporcionar uma base empírica à  comunidade científica  internacional na área  da investigação em comportamentos de dependência 

Entendemos que devem ser lançadas campanhas maciças de educação, através de diversos canais de comunicação, com o objectivo de chegar efectivamente a toda a população, de maneira que esta possa perceber que existe uma verdadeira politica europeia em relação ao jogo e que as condições para um exercício responsável da actividade estão dadas   

A criação de observatórios do jogo que alertem e informem os consumidores sobre as práticas de cada operador poderá ser um incentivo para a implementação de boas práticas nos seus sítios de jogo online. A diferenciação positiva, em relação a uma concorrência pouco ética, poderá traduzir-se num capital de confiança junto dos jogadores.   

Criação de redes de assistência para jogadores compulsivos, começando pelos centros que já estão a trabalhar no tratamento das ludopatias. Esses centros deverão funcionar sobre uma plataforma tecnológica adequada que permita o intercâmbio de experiências, a actualização de conhecimentos e a colaboração mútua.

Comissão Europeia

Parlamento Europeu

 Parlamento Europeu

DESDE 2004
EDUCAÇÃO/PREVENÇÃO
O programa Jogo Responsável deverá contribuir para assegurar a protecção dos indivíduos, e da sociedade em geral, das consequências negativas do jogo e apostas a dinheiro e simultaneamente proteger o direito de quem pretende jogar.

Visite os nossos sítios:

         

 The Remote Gambling Observatory aggregates transparent and credible information on the licensed operators in the various jurisdictions of the European Union, monitoring their policies for responsible gambling by internationally recognized and scientifically validated standards.
Through the indicators  and dimensions of analysis that make up those standards, the Observatory allows an, independent and accurate, assessment of the operators, with regard to its security policies and consumer protectionin several domains.
On the way to a european gambling market regulation, the transparency and accuracy of responsible gambling data disclosed to the public, represents a clear contribution of licensed operators for a reliable gambling environment, reinforcing the consumers trust on the safety of their bets and the knowledge of a sector committed to quality products and with respect for their customers.
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 O Observatório do Jogo Remoto agrega informação, transparente e credível, sobre os operadores licenciados nas diversas jurisdições da União Europeia, monitorizando as suas políticas de jogo responsável através de requisitos reconhecidos internacionalmente e validados cientificamente.

Através das dimensões de análise e indicadores que compõem aqueles requisitos, o Observatório permite efectuar uma avaliação, independente e rigorosa dos operadores, no que respeita às suas políticas de segurança e protecção dos consumidores nas mais variadas vertentes.

Num caminho para uma regulação europeia do mercado do jogo, a transparência e o rigor da informação prestada ao público no que concerne ao jogo responsável, representa um claro contributo dos operadores licenciados para um ambiente de jogo credível, reforçando a confiança dos consumidores na segurança das suas apostas e no conhecimento de um sector comprometido com a qualidade dos seus produtos e com o respeito pelos seus clientes.

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