Conceito Social: bwin Interactive Entertainment AG

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CONCEITO SOCIAL .

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SUMÁRIO EXECUTIVO

”Precisamos de entender o que se passa na mente dos nossos clientes para que seja possível darmos respostas a questões fundamentais relativas aos jogos de fortuna e de azar baseadas em evidências científicas – e não baseadas apenas em especulações. Estamos essencialmente interessados em criar modelos comportamentais que sejam capazes de prever determinados resultados e estamos a trabalhar no sentido de estabelecermos uma base científica que produza algoritmos capazes de identificar padrões de risco associados com o jogo problemático.”

Manfred Bodner, Co-Director Executivo da bwin 

1) Contrariamente às preocupações do final dos anos 90, os jogos de fortuna e de azar online não representam uma perigosidade mais elevada relativamente às ofertas de jogo em locais físicos. Em vez disso, a tecnologia da Internet proporciona os pré-requisitos ideais para uma melhor protecção dos jogadores, uma vez que somente na Internet é possível um controlo mais preciso e, quando necessário, o estabelecimento de restrições ao comportamento real de jogo. Enquanto as conclusões relativas ao comportamento de jogo no caso dos jogos de fortuna e de azar em locais físicos apenas serem possíveis através de inquéritos aos jogadores e, por conseguinte, não poderem ser totalmente fidedignos, o comportamento de jogo na Internet é bem investigado: A esmagadora maioria dos jogadores da bwin participa nos jogos de uma forma extremamente moderada. O jogador típico de apostas de desporto efectua, por exemplo, 4 apostas por semana, gastando cerca de 4 euros por aposta efectuada. Assim sendo, incorre num custo de cerca de 2 euros por semana.

2) Enquanto a grande maioria dos jogadores utiliza os produtos de fortuna e de azar moderada e auto-conscientemente, verifica-se uma minoria (0,2% a 1%), para a qual deverá pressupor-se que necessitará de uma protecção adicional. Mesmo tendo em conta que o jogo patológico, comparativamente a outras doenças relacionadas com dependências representa um problema social claramente menor (por exemplo o alcoolismo com 2,4% ou o tabagismo com 7% a 11%), na maioria das vezes encontra-se associado a consequências financeiras e emocionais graves para as pessoas afectadas. Assim sendo, é da responsabilidade da sociedade proteger os jogadores de uma forma diferenciada, de acordo com as suas necessidades de protecção. A indústria poderá então contribuir para tal, disponibilizando e colocando em prática medidas de Jogo Responsável avaliadas cientificamente e cuja eficácia tenha sido devidamente comprovada.

3) A exigência de uma protecção diferenciada para jogadores (que proporcione a cada jogador o nível de protecção de que este necessita) apenas pode ser considerada devido às possibilidades técnicas que a Internet disponibiliza. É a tecnologia da Internet que torna o comportamento de jogo visível de uma forma diferenciada e que permite uma reacção precoce a desenvolvimentos potencialmente perigosos. Portanto, a Internet proporciona os pré-requisitos ideais para uma protecção qualitativa e direccionada ao jogador.

4) As políticas de privacidade e ferramentas de Jogo Responsável cobrem de forma muito eficaz todas as fases da prevenção, tendo sido colocado um foco muito maior na possibilidade de tentarem efectuar ajustes no comportamento, o mais cedo possível e com a mínima intervenção, de forma a ser possível evitar comportamentos problemáticos, ainda antes de os mesmos ocorrerem. Assim, deverá desenvolver-se uma protecção diferenciada dos jogadores de acordo com um modelo de prevenção de “Public Health”, no sentido de se estabelecerem diferentes requisitos para os diferentes grupos de clientes. No âmbito da protecção do consumidor deverá disponibilizar-se a todos os clientes uma “Informed Choice” (escolha informada) para que se encontrem sempre à disposição dos mesmos informações compreensíveis e factuais. Os jogadores envolvidos necessitam ainda de ferramentas com as quais poderão, em caso de necessidade, limitar as suas despesas, mantendo assim um certo controlo no jogo. Os potenciais jogadores problemáticos não se encontram numa situação em que consigam jogar de uma forma segura. Estes devem consequentemente ser protegidos por meio de programas de auto-exclusão, devendo também ser encaminhados para organizações de apoio reconhecidas.

5) A bwin exige que as suas ferramentas de protecção do jogador tenham a sua eficácia cientificamente comprovada. Para que seja possível garantir essa condição, desde 2005 que a bwin trabalha em estreita cooperação com o Division on Addictions, Cambridge Health Alliance, a Harvard Medical School teaching affiliate (DOA). Tanto os comportamentos de jogo como as medidas de protecção dos jogadores são cientificamente analisados por parte do DOA, sendo os resultados posteriormente divulgados em publicações académicas, revistas por pares. Para ser possível garantir uma transparência total, também as informações nas quais se baseiam os estudos são tornadas acessíveis a outros grupos de investigação no chamado “Transparency Project”. Com as avaliações do DOA foi possível argumentar a favor da eficácia das medidas de protecção do jogador utilizadas.

6) Ao ingressar na bwin, todos os empregados partcipam numa formação sobre medidas de Jogo Responsável na bwin. Essa formação é feita utilizando o programa de formação online EMERGE, criado pelo Division on Addictions. Além disso, os empregados de equipas especializadas ainda passam por formações adicionais contínuas, levadas a cabo em cooperação com as entidades de protecção dos jogadores.

7) Para além dos requisitos para a protecção dos jogadores impostos pelas entidades de regulamentação, a bwin sobressai-se também pelo envolvimento em inúmeros dos padrões internacionais da auto-regulamentação. Assim sendo, na bwin a protecção do jogador cumpre com as exigências dos padrões estabelecidos pela EGBA e eCOGRA, sendo esse cumprimento verificado anualmente num processo de auditoria externa. Os componentes principais do software foram verificados externamente, sendo que a segurança da informação da filial que efectua as transferências de pagamentos para a bwin se encontra em conformidade também com a norma internacional ISO 27001. Além disso, a bwin coopera ainda e respeita o Código de Conduta da ESSA, que se dedica a temas como a integridade do desporto e o reconhecimento e prevenção da fraude nas apostas e que, por sua vez, trabalha em cooperação com todas as grandes associações desportivas.

8) Os menores de idade são o grupo particularmente vulnerável, sendo portanto obrigatoriamente necessário excluí-los da participação em jogos de sorte e de azar. No caso da bwin isso acontece, por um lado, por meio de método técnicos de identificação aquando da realização do registo e, por outro lado, por meio da identificação através do envio de uma cópia do documento de identificação da pessoa, necessário para que a mesma possa solicitar que lhe seja feita a transferência dos seus ganhos do jogo.

9) A bwin coopera de forma intensa com o seu sector de ajuda e disponibiliza aos jogadores que procuram apoio uma rede de com aconselhamento em mais de 30 idiomas. Usando o kit de ferramentas de auto-ajuda “O seu primeiro passo para a mudança” criado pelo Division on Addictions, a bwin promove uma discussão consciente do tema da dependência do jogo e apoia de forma activa os jogadores que, por motivos preventivos, solicitarem uma auto-exclusão.

10) De forma a aperfeiçoar ainda mais o conceito preventivo de uma protecção proactiva que evite o aparecimento dos problemas ainda antes mesmo de estes ocorrerem, a bwin trabalha também em cooperação com o Division on Addictions no desenvolvimento de um modelo de previsão que consiga identificar precocemente desenvolvimentos problemáticos no comportamento de jogo individual e que introduza medidas para a protecção dos jogadores. As primeiras constatações científicas a este respeito já foram publicadas e contribuíram para a revolução do entendimento científico do comportamento de jogo problemático.

Índice
1. Introdução
2. Jogo patológico e as suas causas
3. O jogo patológico como um problema social
4. Protecção dos jogadores com fundamentos científicos
4.1 A tecnologia como base de uma protecção diferenciada dos jogadores
4.2 Cooperação científica com o Division on Addictions
4.3 Regulamentação
4.4 Avaliação dos jogos
4.5 Formação dos trabalhadores na bwin
4.6 Protecção de menores de idade na bwin
5. Medidas de prevenção primária na bwin
5.1 Marketing responsável
5.2 Informação
5.3 Transparência
5.4 Esclarecimento
6. Medidas de prevenção secundária na bwin
6.1 Não atribuição de créditos
6.2 Auto-limitação
6.3 Exclusão parcial
6.4 Auto-ajuda motivacional
7. Medidas de prevenção terciárias na bwin
7.1 Auto-exclusão
7.2 Bloqueio de conta
7.3 Encaminhamento para entidades de apoio
8. Perspectiva

   Conceito Social: bwin Interactive Entertainment AG disponível em português … aqui

Desresponsabilização:

Consideramos serviço público a difusão de documentos sobre boas práticas, concebidos  para a protecção do consumidor e a sustentabilidade da indústria do jogo. A obtenção destes documentos resulta de uma monitorização permanente que fazemos às jurisdições que asseguram a protecção dos seus cidadãos. Na sua divulgação reside a nossa convicção que poderão ser úteis para a realização de futuros documentos em outras jurisdisdições . Se, por algum motivo, os autores ou terceiros entenderem que esta partilha colide com qualquer direito de propriedade, ou outro, basta que nos transmitam para serem retirados imediatamente das nossas páginas.

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OBSERVATÓRIO

 

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JOGO EXCESSIVO

Em boa hora enviámos para a Comissão Europeia o entendimento que norteia o nosso trabalho desde 2004

Entendemos que  devem  ser elaborados  estudos em  prestigiadas  universidades, em  cooperação com operadores e reguladores, recorrendo às bases de registos dos jogos na internet para estudar com precisão os comportamentos e os hábitos dos jogadores. Os resultados destes estudos podem proporcionar uma base empírica à  comunidade científica  internacional na área  da investigação em comportamentos de dependência 

Entendemos que devem ser lançadas campanhas maciças de educação, através de diversos canais de comunicação, com o objectivo de  chegar efectivamente a toda a população, de maneira que esta possa perceber que existe uma verdadeira politica europeia em relação ao jogo e que as condições para um exercício responsável da actividade estão dadas   

Sublinhamos a necessidade de criar observatórios do jogo que alertem e informem os consumidores sobre as práticas de cada operador.  Estes observatórios poderão  ser um incentivo para a implementação de boas práticas nos seus sítios de jogo online. A diferenciação positiva. A transparência dos operadores poderá traduzir-se num capital de confiança junto dos jogadores.

Entendemos que deverão ser criadas  redes de assistência para jogadores compulsivos, começando pelos centros que já estão a trabalhar no tratamento das adições. Esses centros deverão funcionar sobre uma plataforma tecnológica adequada que permita o intercâmbio de experiências, a actualização de conhecimentos e a colaboração mútua.

 

DESDE 2004
EDUCAÇÃO/PREVENÇÃO
O programa Jogo Responsável deverá contribuir para assegurar a protecção dos indivíduos, e da sociedade em geral, das consequências negativas do jogo e apostas a dinheiro e simultaneamente proteger o direito de quem pretende jogar.

Visite os nossos sítios:

         

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