Jogos a Dinheiro – Rede de Responsabilidade Social

O QUE FAZEMOS

O QUE FAZEMOS

A nossa actuação não se ocupa unicamente da atenção sanitária da população, senão que principalmente centra os seus objectivos na educação, como  forma de prevenção,  para que os cidadãos não desenvolvam condutas de risco, problemáticas ou em último caso, aditivas. A nossa acção, para além  de continuar a incidir junto de quem joga, recai essencialmente  sobre as garantias em torno do produto em que o jogador está a apostar e o ambiente que o envolve. Procuramos informar o consumidor sobre a importância de tomar decisões responsáveis numa oferta de produtos clara.

O consumidor de produtos de jogo de fortuna ou azar informado sabe que a decisão e responsabilidade final no sentido do jogo e dos montantes apostados devem residir na sua vontade.

OBJECTIVOS DO JOGO RESPONSÁVEL

Como temos sublinhado ao longo dos anos é necessário apostar-se numa política que para além dos aspectos tradicionais de regulação do sector tenha também em conta o impacto social, familiar e cultural que o jogo provoca no conjunto da sociedade e, particularmente, os seus possíveis efeitos negativos ou consequências não desejadas. Esta reorientação implica considerar o Governo como um agente activo que deve adoptar decisões estratégicas para intervir sobre certas dimensões dos jogos de fortuna ou azar. Isto traduz-se na necessidade de passar de um Governo que tradicionalmente apenas “vigia” e sanciona para um Governo que deve “actuar” proactivamente com a vontade de transformar a realidade actual.
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O Programa de Jogo Responsável, prática comum na maioria dos países ocidentais, tem como objectivos básicos: fomentar a prática responsável do jogo e minimizar as possibilidades de desenvolver uma conduta de jogo imoderada, com os riscos que isso acarreta.

Em Portugal, a necessidade premente de implementar programas de jogo responsável, não deve ser considerada uma reacção a uma situação especialmente problemática, porque de facto não é, segundo um estudo publicado em 2009, embora por vezes a amplificação dos media, sem o enquadramento desejável que uma matéria tão sensível requer, nos possa deixar a impressão de que está prestes a emergir uma epidemia incontrolável de jogo compulsivo que urge estancar.

A implementação de um programa de jogo responsável deve ser uma consequência lógica da maturidade do sector de jogos de fortuna ou azar. Isto implica iniciativas da administração pública, indústria do jogo e, também, das entidades e associações de apoio às pessoas jogadoras em reabilitação.

Para trilhar os novos caminhos é necessário modificar procedimentos e atitudes, tanto ao nível da regulamentação, da informação prestada aos cidadãos e da prevenção.

OBSERVATÓRIO

O Observatório do Jogo Remoto agrega informação, transparente e credível, sobre os operadores licenciados nas diversas jurisdições da União Europeia, monitorizando as suas políticas de jogo responsável através de requisitos reconhecidos internacionalmente e validados cientificamente.

Através das dimensões de análise e indicadores que compõem aqueles requisitos, o Observatório permite efectuar uma avaliação, independente e rigorosa dos operadores, no que respeita às suas políticas de segurança e protecção dos consumidores nas mais variadas vertentes.

Rede de Responsabilidade Social